5 personalidades do feminismo que gostavam de cerveja

Reconhecer as personalidades do feminismo é essencial para entender, definitivamente, sobre o que se trata o movimento e qual a força que ele tem na história em geral.

Veja algumas das personalidades do feminismo que, além de construírem e contribuírem muito para a história, gostavam de cerveja e eram levemente reconhecidas por isso.

5 personalidades do feminismo que gostavam de cerveja.

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  1. Frida Khalo:

Além de gostar de cerveja, essas personalidades do feminismo também era amante deTequila, sendo inclusive, a sua bebida preferida. Frida costumava consumir doses industriais de acordo com as fontes. Dessa forma era uma grande consumidora das duas bebidas e não escondia isso.

“Eu bebo para afogar minhas mágoas, mas as malditas aprenderam a nadar” – Frida Kahlo (1907-1954). Como se pode ver, a personalidade deixou claro o seu fascínio pelas bebidas.

  1. Nísia Floresta:

Amante de cerveja, Nísia Floresta inspirou a criação de uma cerveja feminista, que pretende abrir uma discussão sobre o empoderamento feminino. Se tornando, assim, uma das personalidades do feminismo conhecidas por gostar de cerveja.

  1. Fernanda Montenegro:

Fernanda Montenegro é um símbolo atual importante para a causa, mais por suas declarações do que por se considerar uma feminista ou algo assim. Considerada como a maior dama do cinema nacional é um grande nome do cinema nacional e da Televisão brasileira.

  1. Hebe Camargo:

Apesar de que na época de grande sucesso da Hebe Camargo não era tão discutido abertamente o tema feminismo, ela se tornou um ícone importante para o movimento no Brasil. Além disso é reconhecida pelo seu amor por uma cerveja.

  1. Leila Diniz:

Em meio a ditadura militar, Leia foi uma famosa defensora do amor livre e, também, do feminismo. Todos reconheciam suas atitudes empoderadas e por consumir cerveja.

Campanha publicitária e a ideia da cerveja feminista.

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Existem toda uma história relacionada às personalidades do feminismo e a publicidade ao longo dos anos. Porém, se pode citar um caso mais recente. Alguns dias antes do Carnaval, uma marca de cerveja disponibilizou uma propaganda onde sugeria que as mulheres deviam deixar o “não” em casa.

De acordo com a propaganda isso iria facilitar algumas coisas para os homens no feriado em questão. Porém é usado o termo “Verão” para mulheres consideradas bonitas e gentis a ponto de servir homens que praticam piadas com a própria.

Se pode considerar que não é de hoje que as propagandas de cerveja brasileira continuam com a mesma fórmula de fazer campanhas. Ou seja, usando o corpo feminino, o que se considera como objetificação da mulher.

Afim de questionar isso, foi criado uma Cerveja Feminista. Esta possui a proposta de fomentar uma discussão sobre o machismo na publicidade. Essa ação tem demonstrado algumas das personalidades do feminismo atuais no Brasil.

O problema real das propagandas de cervejas.

As propagandas de cerveja possuem um formato no geral, muito comum. Temos como exemplo duas empresas como as que mais causam polêmicas e que fazem com que as personalidades do feminismo atualmente abram um verdadeiro debate. São elas:

  • Itaipava: A cada campanha da empresa muitas pessoas abrem reclamações contra. Isso acontece por conta da apelação sexual e apelativa em que a mulher é colocada. Muitas vezes se refere à mulher de forma desrespeitosa.

Esse discurso, segundo o movimento feminista, ajuda a construir toda uma relação da imagem da mulher como ao que é apresentado na forma de uma fantasia masculina. Outra questão é que, se a mulher também é consumidora da bebida, por qual motivo a propaganda procura “agradar” apenas os homens?

  • Conti Bier: O comercial “sonho” da marcar sugere que o sonho das pessoas que gostam de cerveja seja um ambiente repleto de mulheres segurando uma cerveja gelada.

Isso abriu um extenso debate pois se as mulheres também consomem, elas não sonham, necessariamente, que a bebida seja fornecida por mulheres bonitas e sensuais. Isso, novamente, aborda a imagem da mulher de uma única maneira.

Por isso, é importante reconhecer que algumas personalidades do feminismo também gostavam ou gostam da bebida.